No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
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Qual o papel dos jornais na Lisboa d’Os Maias?No Capítulo XV d'Os Maias, Eça de Queirós surpreende-nos com um tema que continua, mais de um século depois, a fazer… (Ler mais) |
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