Alberto Caeiro, o mais natural dos heterónimos pessoanos, revela, em Quando vier a Primavera, a sua filosofia do olhar puro e direto. Ao estudares este poema, compreenderás como Caeiro rejeita o pensamento abstrato e privilegia a sensação imediata. A sua visão da natureza como realidade autossuficiente, sem simbolismos ou metafísicas, oferece uma lição de autenticidade e simplificação que permanece relevante na nossa complexa era digital.
|
Avaliação crítica das posições do determinismo radical, determinismo moderado e libertismo (1.ª parte)Discutir criticamente o determinismo radical, o determinismo moderado e o libertismo é fundamental para compreender, de… (Ler mais) |
|
Cálculo do valor do Produto na ótica do rendimentoJá sabes que os rendimentos distribuídos pelos agentes intervenientes na atividade económica são gerados no ato da… (Ler mais) |
|
Fatores produtivos – noção e classificaçãoJá pensaste o que é necessário para produzir? Para se produzir são necessárias, por exemplo, máquinas, instalações,… (Ler mais) |
|
Primeira Lei de NewtonAprender a aplicar a Primeira Lei de Newton permite compreender por que razão os corpos se mantêm em repouso ou em… (Ler mais) |
|
Como contribuiu a filosofia das Luzes para a construção da modernidade europeia? (1.ª Parte)O Iluminismo, movimento intelectual e cultural do século XVIII, marcou uma rutura com a tradição e afirmou a razão como… (Ler mais) |