Ricardo Reis, no poema Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio, oferece-nos uma valiosa reflexão sobre a contemplação serena, como antídoto para a fugacidade da vida. A sua proposta filosófica ensina-nos a valorizar o momento presente diante da inevitabilidade do fim, revelando como podemos encontrar dignidade e beleza na aceitação do nosso destino. Vem descobrir como a arte da contemplação pode transformar a tua relação com o tempo e a existência!
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Mudam-se os tempos... E as vontades?Já percebeste que o poeta d’Os Lusíadas não se limita a celebrar e glorificar os portugueses. Para além disso, também… (Ler mais) |
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Que mundos cabem num soneto de Antero?Depois de teres explorado o percurso humano, intelectual e cívico de Antero de Quental, vais agora entrar na sua poesia… (Ler mais) |
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A voz do poeta: indignação, lamento ou apelo?Será que Camões foi uma voz comprometida e incómoda? Na sua obra encontras a expressão crítica, o lamento e a… (Ler mais) |
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Que linhas unem os sonetos de Antero de Quental?Cada soneto de Antero de Quental abre uma janela para um mundo diferente, mas será que todos esses mundos comunicam… (Ler mais) |
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Como termina a epopeia de Camões?Chegaste ao fim d'Os Lusíadas — mas será mesmo um fim? Nas últimas estrofes, Camões despede-se, faz contas à vida e à… (Ler mais) |