No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
|
Balanço energético num circuito e conservação de energiaCompreender o balanço energético num circuito elétrico é essencial para perceber como a energia elétrica é transformada… (Ler mais) |
|
Fósseis – pistas para a história da Terra IOs fósseis — vestígios de organismos do passado — e as rochas onde se encontram fornecem informações essenciais para… (Ler mais) |
|
Para que serve um artigo de opinião?Para que servem os artigos de opinião? Que estratégias discursivas usam e como se faz a divulgação da opinião no espaço… (Ler mais) |
|
Qual o papel da anáfora na coesão e na progressão dos textos?Um texto requer clareza, pertinência de ideias, ligação entre os seus elementos e partes e continuidade no pensamento… (Ler mais) |
|
Quais são os elementos definidores do Mundo Atual?As medidas implementadas para enfrentar a crise dos anos 70 não solucionaram as dificuldades económicas e financeiras… (Ler mais) |