No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
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Mudam-se os tempos... E as vontades?Já percebeste que o poeta d’Os Lusíadas não se limita a celebrar e glorificar os portugueses. Para além disso, também… (Ler mais) |
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A voz do poeta: indignação, lamento ou apelo?Será que Camões foi uma voz comprometida e incómoda? Na sua obra encontras a expressão crítica, o lamento e a… (Ler mais) |
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Como termina a epopeia de Camões?Chegaste ao fim d'Os Lusíadas — mas será mesmo um fim? Nas últimas estrofes, Camões despede-se, faz contas à vida e à… (Ler mais) |
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Como resolvo itens de exame sobre a epopeia de Camões?Tens agora a oportunidade de mobilizar conhecimentos e competências de leitura e escrita a partir d’Os Lusíadas, de… (Ler mais) |