Ricardo Reis, no poema Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio, oferece-nos uma valiosa reflexão sobre a contemplação serena, como antídoto para a fugacidade da vida. A sua proposta filosófica ensina-nos a valorizar o momento presente diante da inevitabilidade do fim, revelando como podemos encontrar dignidade e beleza na aceitação do nosso destino. Vem descobrir como a arte da contemplação pode transformar a tua relação com o tempo e a existência!
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Aceleração da gravidadeA gravidade influencia todos os movimentos à nossa volta, das quedas mais simples às órbitas dos satélites. Compreender… (Ler mais) |
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Como contribuiu a filosofia das Luzes para a construção da modernidade europeia? (2.ª Parte)O Iluminismo, movimento do século XVIII, marcou uma rutura com a tradição e afirmou a razão como base do conhecimento e… (Ler mais) |
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"Pobre velha música!" ou a melancolia das memórias que persistemA nostalgia da infância, expressa no poema Pobre velha música!, revela como Fernando Pessoa transforma memórias… (Ler mais) |
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Função cossenoVem explorar a função trigonométrica cosseno, identificando fenómenos periódicos e faz o estudo da função 𝑐𝑜𝑠(𝑥). |
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Qual é a matriz identitária da Europa?A grande maioria dos habitantes da Europa Ocidental, na época medieval, eram católicos. Assim, o Ocidente encontrava-se… (Ler mais) |