Ricardo Reis, no poema Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio, oferece-nos uma valiosa reflexão sobre a contemplação serena, como antídoto para a fugacidade da vida. A sua proposta filosófica ensina-nos a valorizar o momento presente diante da inevitabilidade do fim, revelando como podemos encontrar dignidade e beleza na aceitação do nosso destino. Vem descobrir como a arte da contemplação pode transformar a tua relação com o tempo e a existência!
|
Camilo: escritor antiquado ou revolucionário?Convidamos-te a descobrir quem foi o autor de Amor de Perdição e a relacionar a sua vida intensa com o tempo em que… (Ler mais) |
|
Que vem fazer a esta peça um escudeiro?Acompanha a chegada do Escudeiro, o seu monólogo cheio de promessas, a conversa reveladora com o seu criado e, por fim… (Ler mais) |
|
Como se processou o processo revolucionário português em 1974 e 1975?O final da II Guerra Mundial determinou a derrota dos totalitarismos europeus de extrema direita. A afirmação das… (Ler mais) |
|
Como imaginas a cidade ideal?Criar cidades mais sustentáveis e humanas? Descobre estratégias para melhorar a qualidade de vida urbana e descobre… (Ler mais) |
|
Como varia a radiação solar ao longo do dia?Neste Guião de Trabalho Autónomo vais analisar de que forma o movimento de rotação da Terra influencia a variação da… (Ler mais) |