No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
|
Como se caracterizam as relações internacionais de Portugal após 1974?O final da II Guerra Mundial determinou a derrota dos totalitarismos europeus de extrema direita. A afirmação das… (Ler mais) |
|
Qual o papel dos territórios de baixa densidade e das cidades médias para a coesão territorial?Explorar as cidades médias e os territórios de baixa densidade e perceber como se ligam é importante para perceber como… (Ler mais) |
|
Economia atómica e Química VerdeCompreender como comparar reações químicas do ponto de vista da química verde permite avaliar o impacto dos processos… (Ler mais) |
|
A química da vida – água e glícidosA célula é a unidade básica da vida, sendo constituída essencialmente por água e biomoléculas, entre as quais os… (Ler mais) |
|
Conservação da energia mecânicaEste conhecimento desenvolve competências para resolver problemas complexos, justificando estratégias e raciocínios, e… (Ler mais) |