No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
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Transportes membranares no impulso nervosoO sistema nervoso permite ao organismo responder a estímulos, coordenar movimentos e comunicar informações entre… (Ler mais) |
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Reações ácido-base e pares conjugadosAs reações ácido-base envolvem a transferência de protões (H⁺) entre espécies químicas. Quando uma espécie cede ou… (Ler mais) |
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Sedimentação e rochas sedimentares – aplica e praticaNeste guião de trabalho autónomo poderás aplicar o que aprendeste no tema sedimentação e rochas sedimentares. |
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