No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
|
Investiga fatores que afetam a taxa fotossintéticaA fotossíntese é essencial para a produção de matéria orgânica e para a libertação de oxigénio. No entanto, a sua taxa… (Ler mais) |
|
Personagens no espaço: como se constrói a crítica social?Nos capítulos V e VI d’Os Maias, acompanhamos Carlos da Maia na sua entrada nos círculos sociais da elite lisboeta:… (Ler mais) |
|
Aplica e pratica sobre magmatismo e rochas magmáticasAs rochas magmáticas fornecem pistas importantes sobre a origem dos magmas, os ambientes tectónicos em que se formam e… (Ler mais) |
|
Variação de entalpia mássica de fusão do gelo (atividade experimental)A determinação experimental da entalpia mássica de fusão do gelo permite compreender, de forma concreta, como a energia… (Ler mais) |
|
Como nasceu a União Europeia?Para descobrir como nasceu a União Europeia, investiga os acontecimentos históricos que transformaram conflitos em… (Ler mais) |