No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
|
Como convive o idílio amoroso com os sinais de tragédia?Enquanto Carlos e Maria Eduarda vivem o seu idílio amoroso, o narrador vai deixando sinais perturbadores, presságios,… (Ler mais) |
|
Quais as oportunidades e desafios dos alargamentos da UE?Para entender os alargamentos da UE, analisa a diferença entre integração e expansão, os impactos para Portugal e os… (Ler mais) |
|
Como resolvo itens de exame sobre a lírica de Camões?Tens agora a oportunidade de mobilizar competências de leitura e escrita e de aprofundar conhecimentos sobre a lírica… (Ler mais) |
|
Como modelar a deformação das rochas?Aprender a modelar a deformação das rochas ajuda a compreender como se formam dobras e falhas na natureza. Através de… (Ler mais) |
|
Alteração da solubilidade e tratamento da águaA qualidade da água é essencial para a saúde, para a proteção do ambiente e para muitas atividades do dia a dia.… (Ler mais) |