No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
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Como se revela e concretiza a tragédia dos Maias?Neste GTA, vais desvendar os sinais trágicos deixadas ao longo da obra, analisando momentos decisivos dos capítulos XVI… (Ler mais) |
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«Os Lusíadas»: epopeia de glorificação ou poema de reflexão?Ao longo d’Os Lusíadas, Camões não se limita a celebrar os feitos heroicos dos portugueses: o poeta intervém, questiona… (Ler mais) |
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Como funcionam as políticas de coesão?A política de coesão… é importante para conhecer a origem das políticas de coesão, compreender os principais fundos e… (Ler mais) |
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Por onde andam e de que falam Carlos e Ega neste desfecho?No último capítulo de Os Maias, Eça de Queirós convida-nos a regressar a lugares, personagens e temas que marcaram toda… (Ler mais) |
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Como aplicar o que aprendi sobre a integração europeia?Aplica o que aprendeste sobre a integração europeia. |