No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
|
Série eletroquímicaPorque nem todos os metais apresentam o mesmo comportamento quando entram em contacto com soluções contendo iões de… (Ler mais) |
|
Aplica e pratica sobre a obtenção de matéria nos seres autotróficosA fotossíntese permite compreender como muitos seres vivos produzem matéria orgânica e contribuem para a entrada de… (Ler mais) |
|
Que retrato(s) do amor burguês nos dá o narrador?Nos capítulos VII, VIII e IX d’Os Maias vão sendo retratados vários comportamentos de personagens envolvidas em casos… (Ler mais) |
|
Segunda Lei da Termodinâmica: degradação da energia e rendimentoA Segunda Lei da Termodinâmica ajuda-nos a compreender que, em todos os processos naturais, a energia tende a… (Ler mais) |
|
Quais as etapas da construção europeia?Para estudar a integração da União Europeia, analisa os tratados fundamentais e investiga como a adesão de países… (Ler mais) |