No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
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A teoria da arte como formaIremos agora ocupar-nos do problema central da Filosofia da Arte: o problema da definição de arte. Este pode ser… (Ler mais) |
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Quais as inovações artísticas e culturais que se verificam, a partir do século XII, nas cidades medievais?Nas cidades medievais, a partir do século XII, verificam-se inovações artísticas com a construção de catedrais em… (Ler mais) |
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Como se tornaram inimigos os aliados da segunda guerra?Após a Segunda Guerra Mundial, surgiu um novo quadro geopolítico que marcou a quase toda a segunda metade do século XX… (Ler mais) |
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E se fôssemos ao teatro?Prepara-te para ler Frei Luís de Sousa, de Garrett, e perceber como o texto ganha vida quando é posto em cena.… (Ler mais) |