No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
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Como pode um magma dar origem a diferentes rochas?Os magmas nem sempre originam rochas com a mesma composição. Um magma inicialmente basáltico pode dar origem a… (Ler mais) |
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Aquecimento e mudanças de estado | Variação das entalpiasCompreender os processos de aquecimento, arrefecimento e mudança de estado é essencial para explicar fenómenos simples… (Ler mais) |
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Que «fogo» é esse que arde nos versos de Camões?Vem descobrir que «fogo» arde nos versos de Camões. Verifica como o poeta transforma o amor num campo de reflexão sobre… (Ler mais) |
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Como podem as telecomunicações contribuir para um futuro mais sustentável?Estudar a relação entre as TIC e a sustentabilidade ambiental permite-te compreender os seus impactos, analisar boas… (Ler mais) |
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Aplica e pratica sobre magmatismo e rochas magmáticasAs rochas magmáticas fornecem pistas importantes sobre a origem dos magmas, os ambientes tectónicos em que se formam e… (Ler mais) |