Álvaro de Campos, nas suas três fases poéticas, revela-nos as contradições da alma moderna: do tédio decadentista à exaltação futurista, culminando no desencanto existencial. Compreender este heterónimo é reconhecer as nossas próprias tensões interiores num mundo tecnológico. Vem descobrir como este engenheiro-poeta captou, como ninguém, a vertigem e a angústia de existir na modernidade!
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Em que termos ocorreu o contraponto ao Bipolarismo?Após a Segunda Guerra Mundial surgiu um novo quadro geopolítico que marcou a quase toda a segunda metade do século XX.… (Ler mais) |
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Ato III | Poderão as personagens escapar à fatalidade?Neste momento da leitura de Frei Luís de Sousa, convidamos-te a interpretar os sinais que a própria peça foi deixando… (Ler mais) |
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