Ricardo Reis, no poema Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio, oferece-nos uma valiosa reflexão sobre a contemplação serena, como antídoto para a fugacidade da vida. A sua proposta filosófica ensina-nos a valorizar o momento presente diante da inevitabilidade do fim, revelando como podemos encontrar dignidade e beleza na aceitação do nosso destino. Vem descobrir como a arte da contemplação pode transformar a tua relação com o tempo e a existência!
|
Que perceção do tempo e da mudança nos dá Camões?Neste guião, vais ler dois sonetos de Camões sobre a passagem do tempo e a mudança e descobrir uma visão marcada pelo… (Ler mais) |
|
Como interpretar dobras?As dobras são estruturas geológicas associadas à deformação contínua das rochas, geralmente em regime dúctil. Aprender… (Ler mais) |
|
Equilíbrio de solubilidadeTodos os dias ocorrem fenómenos em que substâncias dissolvidas deixam de permanecer em solução e formam sólidos, como… (Ler mais) |
|
Como convive o idílio amoroso com os sinais de tragédia?Enquanto Carlos e Maria Eduarda vivem o seu idílio amoroso, o narrador vai deixando sinais perturbadores, presságios,… (Ler mais) |
|
Quais as oportunidades e desafios dos alargamentos da UE?Para entender os alargamentos da UE, analisa a diferença entre integração e expansão, os impactos para Portugal e os… (Ler mais) |