No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
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"Quando vier a Primavera" e a naturalidade do existirAlberto Caeiro, o mais natural dos heterónimos pessoanos, revela, em Quando vier a Primavera, a sua filosofia do olhar… (Ler mais) |
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Popper e o problema da justificação da induçãoA ciência desempenha um papel fundamental na sociedade, pelo seu impacto na forma como compreendemos o mundo e como… (Ler mais) |
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Como se caracterizou o processo de autonomização e de independência de Portugal?O reino de Portugal tornou-se independente no século XII. No contexto da expansão cristã verificou-se o processo de… (Ler mais) |
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Resolução de problemas sobre população, amostra, variável, em dados univariadosChegou o momento de autoavaliares a tua aprendizagem neste tema. Bom trabalho! |
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