No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
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Como se caracterizou o processo de autonomização e de independência de Portugal?O reino de Portugal tornou-se independente no século XII. No contexto da expansão cristã verificou-se o processo de… (Ler mais) |
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Resolução de problemas sobre população, amostra, variável, em dados univariadosChegou o momento de autoavaliares a tua aprendizagem neste tema. Bom trabalho! |
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Como observar processos de reprodução assexuada?A reprodução assexuada Na reprodução assexuada, formam-se novos indivíduos a partir de um único progenitor, sem ocorrer… (Ler mais) |
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Quais foram os pilares e os principais organismos do Estado Novo? (2.ª parte)A Primeira República teve uma existência atribulada e terminou com o golpe de 28 de Maio de 1926. É então instaurada… (Ler mais) |
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Como interagem as placas litosféricas?De acordo com a teoria da tectónica de placas, a camada superficial da Terra está dividida em várias placas que se… (Ler mais) |