No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
| |
Será o turismo no espaço rural uma oportunidade para as áreas rurais?O turismo em espaço rural representa uma oportunidade para revitalizar os territórios do interior, promovendo o… (Ler mais) |
| |
A evolução da Tabela Periódica (TP)A TP é o resultado de séculos de pesquisa e do trabalho de vários cientistas. Aprender sobre a sua evolução ajuda-nos a… (Ler mais) |
| |
Como resolver itens de avaliação sobre a oratória de Vieira?Tens agora a oportunidade de mobilizar competências de leitura e escrita e aplicar conhecimentos sobre as estratégias… (Ler mais) |
| |
Que diferenças podemos observar na distribuição regional da estrutura etária da população portuguesa?Portugal é um país bastante heterogéneo em termos populacionais, com uma diferença muito vincada entre litoral e… (Ler mais) |
| |
E, hoje, deve haver limites para o humor?Na Idade Média, os trovadores recorriam a jogos de palavras e ironias para satirizar comportamentos e troçar de pessoas… (Ler mais) |