Das corridas no hipódromo à casa de Maria Eduarda, seguimos o percurso exterior e interior de Carlos da Maia: das pretensões cosmopolitas da sociedade lisboeta, com os seus brilhos vazios e as suas hipocrisias, à sala serena e íntima da rua de S. Francisco onde Carlos descobre algo avassalador e verdadeiro - «mil coisas finas, novas, de uma tocante frescura». Explora os capítulos X e XI e acompanha esse percurso.
|
Dizer «deve ter chovido» é o mesmo que dizer «choveu»?Será que dizer «deve ter chovido» é o mesmo que dizer «choveu»? Ao longo deste guião, vais descobrir como o modo de… (Ler mais) |
|
Onde me pode levar este texto?Viajar não basta para escrever um relato de viagem. É preciso observar, interpretar e dar sentido ao que se encontra… (Ler mais) |
|
Vale a pena falar de viagens?Nem sempre são os lugares mais distantes que dão origem às melhores histórias. Muitas vezes, basta um olhar atento para… (Ler mais) |