No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
|
Como se mantém o equilíbrio térmico na terra?Neste Guião de Trabalho Autónomo vais descobrir por que razão a Terra não aquece indefinidamente, apesar de receber… (Ler mais) |
|
Difração da luzAprender sobre a difração da luz permite descobrir que a luz não viaja sempre em linha reta e pode contornar obstáculos… (Ler mais) |
|
Como se organizam e funcionam os ecossistemas?Os ecossistemas são sistemas dinâmicos onde os seres vivos interagem entre si e com o meio físico. Compreender como se… (Ler mais) |
|
Formação e destruição do ozono na estratosferaO ozono é uma molécula pequena, mas com enorme impacto na vida na Terra. Na estratosfera, protege-nos da radiação… (Ler mais) |
|
Ideias sobre seleção natural: quem tem razão? – parte IPõe à prova os teus conhecimentos sobre evolução e seleção natural. Explora vários cartoons com situações familiares… (Ler mais) |