No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
|
Que linhas unem os sonetos de Antero de Quental?Cada soneto de Antero de Quental abre uma janela para um mundo diferente, mas será que todos esses mundos comunicam… (Ler mais) |
|
Como termina a epopeia de Camões?Chegaste ao fim d'Os Lusíadas — mas será mesmo um fim? Nas últimas estrofes, Camões despede-se, faz contas à vida e à… (Ler mais) |
|
Como resolvo itens de exame sobre a epopeia de Camões?Tens agora a oportunidade de mobilizar conhecimentos e competências de leitura e escrita a partir d’Os Lusíadas, de… (Ler mais) |
|
Dizer «deve ter chovido» é o mesmo que dizer «choveu»?Será que dizer «deve ter chovido» é o mesmo que dizer «choveu»? Ao longo deste guião, vais descobrir como o modo de… (Ler mais) |
|
Onde me pode levar este texto?Viajar não basta para escrever um relato de viagem. É preciso observar, interpretar e dar sentido ao que se encontra… (Ler mais) |