No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
|
Vale a pena falar de viagens?Nem sempre são os lugares mais distantes que dão origem às melhores histórias. Muitas vezes, basta um olhar atento para… (Ler mais) |
|
O que aproxima e separa a reportagem e o documentário?Documentários e reportagens mostram-nos o mundo, mas fazem-no através de escolhas: selecionam factos, organizam… (Ler mais) |