No poema Opiário, Álvaro de Campos revela-nos o tédio existencial de um engenheiro naval que busca no ópio o escape para a sua desilusão. Este poema-confissão navega entre o desencanto moderno e o exotismo oriental que falha em curar a alma doente do poeta. Vem conhecer como Álvaro de Campos, nesta sua fase decadentista, captou o vazio interior que nem as viagens pelo Oriente conseguiram preencher!
| |
Como se caracteriza a dimensão económica das explorações agrícolas em Portugal?Compreender a dimensão económica das explorações agrícolas em Portugal, através do conceito de Dimensão Económica (DE)… (Ler mais) |
| |
Matemática na poupança e no créditoExistem diversas formas de aplicar as tuas poupanças, às quais estão associadas diferentes taxas de remuneração e risco… (Ler mais) |
| |
Sinal do seno e cosseno de um ângulo generalizadoVem resolver problemas variados e aplicar diferentes métodos de resolução. Vem descobrir! |
| |
Argumentos não dedutivos e Falácias informaisArgumentos não dedutivos - indução, por analogia e por autoridade Falácias informais A argumentação envolve muitos… (Ler mais) |
| |
Que acontecimentos marcaram o tempo de Vieira?Conhecer um pouco da história do século XVII, marcado por transformações profundas, como a contrarreforma e a… (Ler mais) |