Álvaro de Campos, nas suas três fases poéticas, revela-nos as contradições da alma moderna: do tédio decadentista à exaltação futurista, culminando no desencanto existencial. Compreender este heterónimo é reconhecer as nossas próprias tensões interiores num mundo tecnológico. Vem descobrir como este engenheiro-poeta captou, como ninguém, a vertigem e a angústia de existir na modernidade!
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Personagens no espaço: como se constrói a crítica social?Nos capítulos V e VI d’Os Maias, acompanhamos Carlos da Maia na sua entrada nos círculos sociais da elite lisboeta:… (Ler mais) |
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Aplica e pratica sobre magmatismo e rochas magmáticasAs rochas magmáticas fornecem pistas importantes sobre a origem dos magmas, os ambientes tectónicos em que se formam e… (Ler mais) |
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Variação de entalpia mássica de fusão do gelo (atividade experimental)A determinação experimental da entalpia mássica de fusão do gelo permite compreender, de forma concreta, como a energia… (Ler mais) |
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