Álvaro de Campos, nas suas três fases poéticas, revela-nos as contradições da alma moderna: do tédio decadentista à exaltação futurista, culminando no desencanto existencial. Compreender este heterónimo é reconhecer as nossas próprias tensões interiores num mundo tecnológico. Vem descobrir como este engenheiro-poeta captou, como ninguém, a vertigem e a angústia de existir na modernidade!
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Que retrato(s) do amor burguês nos dá o narrador?Nos capítulos VII, VIII e IX d’Os Maias vão sendo retratados vários comportamentos de personagens envolvidas em casos… (Ler mais) |
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Crónica de costumes e intriga amorosa: como se articulam?Das corridas no hipódromo à casa de Maria Eduarda, seguimos o percurso exterior e interior de Carlos da Maia: das… (Ler mais) |