Prosseguindo com a leitura da Farsa de Inês Pereira, veremos como, através de fina ironia, o mote (Mais vale asno que me leve que cavalo que me derrube.) passa a fazer sentido para Inês neste momento decisivo.
Observa como as personagens se revelam na linguagem, como a crítica social se desenvolve, como os versos de uma farsa do século XVI nos fazem olhar o nosso próprio tempo e aplica esse conhecimento na escrita de um texto expositivo.
| |
Como termina o sermão?Vem descobrir como termina o «sermão de Santo António» aos peixes e refletir sobre a intenção crítica de Vieira, tão… (Ler mais) |
| |
Qual e evolução da estrutura etária portuguesa?O que sabes sobre a evolução da estrutura etária da população portuguesa? Vem descobrir! |
| |
Qual a intenção das cantigas de escárnio e maldizer?Existe um terceiro género de cantigas na poesia trovadoresca – as cantigas de escárnio e maldizer – muito diferente dos… (Ler mais) |
| |
Propriedades das probabilidadesJá sabes o que são acontecimentos contrários? O quais são as Leis De Morgan? Vem descobrir! |
|
Subjetivismo e objetivismoA reflexão ética possibilita clarificar as teses e os argumentos do subjetivismo e do objetivismo enquanto posições… (Ler mais) |